Monday, May 17, 2010

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 “Sabíamos daquela analogia da rolha e da garrafa que Jacob fez, que a ilha é um mecanismo que impede o mal de se espalhar pelo mundo. Sabemos de Charles Widmore que se ele escapar, é o fim para ‘todos que amamos’. E descobrimos nesse episódio que o homem de preto absorveu toda a luz da ilha, tornando-se a forma do mal puro (o monstro de fumaça). O homem de preto quer sair da ilha, mas só pode fazer isso se todos os candidatos estiverem mortos. E ele não pode matar os candidatos por conta própria – que é o motivo pelo qual o vimos ‘scaneando’ os losties ao longo de seis temporadas (Quem poderia esquecer daquela cena com o monstro cara a cara com Eko, de quem vimos flashes de sua vida)”.

Kristin dos Santos – Watch with Kristin



“Jacob e seu irmão nunca foram os opostos de uma balança. Os dois sempre foram a balança. Pedras ora equilibradas, ora misturadas, ora em desalinho. Eles são Jack, Locke, Desmond, Sawyer, aquilo que eles e que nós encontramos no espelho: existências imperfeitas, capazes de temer e admirar o novo ao mesmo tempo, abraçar e rejeitar o que não entendem, e que por momentos e anos a fio gastam e continuarão despendendo tempo e esforço em entender qual o sentido e os porquês da vida, essa coisa ora bendita, ora miserável, que tanto nos leva a momentos esplêndidos quanto a ânsias de fim. Esperanças e desilusões que nascem, morrem, renascem.”

Carlos Alexandre Monteiro – Lost in Lost 
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